sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Para quem, como eu, faz aniversário hoje.


 
Prestes a fazer aniversário, me pego, desejando-me felicidades.
De presente, desejo que minhas vontades sejam satisfeitas! 

Dos familiares, quero amor incondicional,
Dos amores, a compreensão costumeira,
Dos grandes amigos, total dedicação;
Dos amigos distantes, as ótimas recordações.
 

Que todos me visitem, telefonem, ou enviem mensagens.  
Que não se esqueçam desta data... e que se lembrem sempre de mim. 

Que meu interior alcance a perfeição;
Minha fé nunca se abale,
Minha esperança nunca esmoreça.
Que o espírito de menina jamais se vá,
E que nunca me falte inspiração.
E sobretudo que Deus continue ao meu lado,
Não só neste meu aniversário
Mas em todos os outros que virão.
 

Feliz aniversário para mim!
(AUTOR DESCONHECIDO)

Cordial abraço.

Denise Puppin
  
Fonoaudióloga - Prof de Oratória - Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos   
- Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições.


terça-feira, 16 de agosto de 2016

Para quem gostava da Elke Maravilha.


Muito muito querida pra mim, e certamente para toda uma geração de brasileiros, a irreverente, maravilhosa e carismática, Elke Maravilha, a russa mais que brasileira, foi alegrar o Céu nesta madrugada.

Sempre fui fascinada por ela. Desde criancinha. Lembro de uma vez, que meu pai chegou de uma viagem, vindo de São Paulo, e a primeira coisa que falou quando chegou, foi: 'Denise, eu vi a Elke Maravilha na rua'. Eu estampei um sorrisão na cara, tamanha foi a minha felicidade. Eu a vi, pelos olhos do meu pai.

Há um tempo, a encontrei no Largo da Carioca, aqui no Rio de Janeiro. A cada passo que dava, não havia uma só pessoa que não a olhasse, era realmente uma sensação! Nunca vi algo igual. Eu tive muita vontade de chegar perto dela e trocar pelo menos algumas palavras, tirar uma selfie... tenho certeza que iria me acolher com um abraço. Mas o meu senso crítico não deixou. Ela passou por mim, e dessa vez, eu a vi pelos meus próprios olhos. Mas infelizmente, eu não pude falar sobre isso com meu pai, porque ele também não estava mais aqui.

Elke foi a Xuxa, da reprimida geração dos jovens, nascidos nos anos 60 e 70. Só que sem as infantilidades débeis dessa apresentadora. Elke sempre teve personalidade, atitude, presença marcante. Foi empoderadora de mulheres, quando nem existia essa expressão. Foi uma verdadeira inspiração para todas as que tinham dificuldades de ser elas mesmas. Sem distinção de gênero. 

Elke, com sua voz doce, suave e mansa, falava o que queria. Nunca teve 'papas na língua', sem jamais sem deselegante, com as palavras. Feito extremamente difícil na comunicação. Um exemplo. 

Elke marcou presença na Terra, e vai deixar muita saudade por aqui. ´Né crianças?`

Hoje, em homenagem à ela, vou sair de casa usando um batom beeeem vermelho!


Chorei.
Descanse em paz.

Denise Puppin

Fonoaudióloga - Prof de Oratória - Trainer Coach de Apresentações, Discursos Treinamentos e Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições 

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Para quem admira vitórias.

Que coisa linda a vitória dos ginastas artísticos brasileiros, nos Jogos Olímpicos, aqui na cidade do Rio de Janeiro.
Esta conquista é a consagração dos atletas, por muitos anos de intenso trabalho, esforço e dedicação.
Parabéns Diego Hypolito, parabéns Arthur Nory.
Parabéns também as famílias de cada um de vcs, e a toda equipe que os acompanha nos treinamentos físicos e psicológicos.
Gratidão pela alegria que estão proporcionando a tds nós nesse momento. Mta emoção!
Daqui prá frente, Arthur, fique bem atento a tudo que fala publicamente. Respeite e valorize seus colegas de profissão, tanto quanto está sendo respeitado e valorizado por tds nesse momento. Pés no chão e cabeça nas estrelas, garoto!
Cordial abraço.

* Denise Puppin

* Fonoaudióloga - Prof de Oratória - Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos - Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições




quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Para quem admira superação.

Parabéns Rafaela Silva!!!
💚💛💙
Orgulho da nação brasileira!! É OURO garota!!!
🌟🏆🌟
Menina de origem humilde, nascida na Cidade de Deus, aqui no Rio de Janeiro, na Olimpíada anterior, sofreu ataques racistas nas redes sociais. Deu a volta por cima e hj mostra ao mundo que competência não tem cor, raça, gênero ou credo. Tem comprometimento, disciplina, dedicação, boa orientação e muito treino.
🌟🏆🌟

Estou feliz por vc, e principalmente pelos seus familiares.
🌟🏆🌟 
Vc merece td minha admiração e do povo brasileiro.
💚💛💙


Denise Puppin 
Fonoaudióloga - Prof de Oratória - Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos e Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Para quem vai fazer defesa de mestrado.


Hoje é dia de alegria e celebração!

O aluno que preparei para defender sua dissertação de mestrado na área jurídica, não somente ganhou seu título de Mestre pela UERJ, como foi elogiado pela sua apresentação e desempenho.

Esse êxito precisa ser celebrado, pois é um marco na vida de todo profissional, que volta aos assentos das universidades após a graduação, para aprofundar-se em assuntos de seu interesse.

Além da árdua trajetória, ter a pesquisa avaliada por uma banca de professores doutores, que são renomados especialistas no objeto em estudo, e apresenta-la com segurança, são enormes desafios para o mestrando.

Eu festejo essa vitória junto com meu aluno, porque pude contribuir em uma importante etapa dessa conquista, que foi o ensino e aprendizado das técnicas de apresentação na arte de falar em público, nas práticas do conhecimento dos sinais corporais para influencia positiva, nos exercícios de inteligência emocional, na criação do roteiro, estrutura da apresentação e muito treino de performance.

Além de comemorar com meu aluno, eu agradeço à ele, por ter confiado em mim, e nas minhas instruções. Estou absolutamente certa de que tudo isso só foi possível, porque houve uma conexão entre nós. E foi com a certeza dessa união, que muitas vezes ‘puxei orelha’ dele, na intenção de traze-lo de ‘volta à Terra’, ao observar que estava ‘voando’... rsss.

Hoje vou dormir feliz, mas antes, certamente agradecerei à Deus por ter estado conosco em cada instante das nossas aulas.

Concluo deixando meu cordial abraço à você Mestre R. 

Receba meus votos de sucesso, prosperidade e bênçãos. 

Carinhosamente,
Denise Puppin

Fonoaudióloga – Prof. de Oratória - Trainer Coach de Apresentações Discursos, Treinamentos e, Gestão Emocional e Estratégicas nas Exibições.

Dirige o Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória desde 1991.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Para quem quer falar bem.


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Para quem tem filhos (ou ainda terá).

Sociedade dos Filhos Órfãos
(*Isabel Clemente)

O escritor Sergio Sinay, 66 anos, é um especialista em vínculos humanos. Sociólogo e jornalista, formou-se na Escola de Psicologia da Associação Gestáltica de Buenos Aires. Requisitado consultor sobre assuntos familiares e relações pessoais, tem vários livros publicados. O mais novo, Sociedade dos Filhos Órfãos, que acaba de sair em português (Editora BestSeller), é uma dura crítica ao modo de vida da atualidade, em que pais delegam a educação e a atenção aos filhos para babás, escolas e até para as novas tecnologias – como celular, televisão e computadores. Esse comportamento transmite aos filhos a noção errada de que basta ter dinheiro para encontrar quem se encarregue daquilo que nos cabe fazer, afirma Sinay, em seu livro.

Casado e pai de um jovem, Sinay diz que o amor é uma construção contínua que se fortalece diariamente com responsabilidade e comprometimento. “Para dedicar tempo aos filhos, é preciso deixar outras coisas de lado”. 

A seguir trechos da entrevista concedida ao Mulher7x7.

Mulher7x7- Há uma geração de filhos sem pais presentes nascendo ou ela sempre existiu?
SERGIO SINAY – Sempre houve pais que não assumem responsabilidades e sempre haverá. Mas nunca houve como hoje um fenômeno social tão amplo e profundo a ponto de criar uma geração de filhos órfãos de pais vivos. Pela primeira vez podemos dizer, infelizmente, que os filhos com pais presentes que cumprem suas funções são uma minoria.

Até que ponto a relação dos pais com os filhos reproduz um estilo de vida da atualidade?
Vivemos numa cultura do utilitarismo, em que se busca o material a qualquer preço e por qualquer caminho. As pessoas se medem pelo que possuem e não pelo que são. Os pais correm atrás do material e descuidam de seus filhos que, por sua vez, aprendem a valorizar apenas o bem material. Essa é a fórmula para criar filhos materialistas.

Em vários trechos do livro, o senhor diz estar convencido de que muita gente ficará irritada com o que está escrito. Por quê?
Porque muita gente não gosta de escutar ou ler o que precisa, apenas o que gosta. Os pais de filhos órfãos, em sua maioria, não admitem sua própria conduta e acreditam que ser pai e mãe consiste em comprar coisas para os filhos, matriculá-los em escolas caras, dar celulares e computadores modernos.

O senhor relaciona o fracasso dos pais na educação dos filhos ao medo que eles têm da reprovação infantil. De onde vem esse medo e como fugir dessa armadilha?
O medo vem de uma cultura que transformou as relações humanas em transações comerciais. As pessoas se  enxergam como recursos ou clientes. Os pais tratam de comprar o amor dos filhos e temem que o cliente não esteja contente. O carinho dos filhos não se compra. Amor se constrói com presença, atitudes e assumindo a responsabilidade de liderar o caminho dessa vida em direção à autonomia. Para isso, há que se estabelecer limites, marcar as fronteiras, frustrar. Criar e educar é também frustrar, ensinar que nem tudo é possível. Só assim se ensina a escolher. E só quem escolhe pode ser livre. Os pais, no entanto, têm medo de não ser simpáticos, então se esquecem de ser pais, que é o que os filhos precisam.

Ao se referir ao modelo do passado, em que as mães eram o retrato do sacrifício, e os pais, da disciplina ainda que com distância emocional, o senhor diz que todos sabiam seu papel, algo não acontece hoje. Aquele modo de educar era de alguma forma melhor?
Aquele modo de educar tinha muitas limitações e era muito rígido em muitos aspectos. Mas se sabia claramente quem eram os pais e quem eram os filhos. Os pais não tinham medo de atuar como pais, ainda que às vezes cometessem excessos em sua autoridade. Mas é sempre mais fácil corrigir um excesso do que superar uma ausência. Alguém pode mudar um modelo pobre ou insuficiente. Muito mais grave é não ter modelo.

Ao abordar o problema de jovens envolvidos com drogas e violência, o senhor diz que a solução é os pais terem mais controle sobre o que eles fazem e onde vão. Como não resvalar para a superproteção?
A infância e a adolescência são etapas muito breves da vida e necessárias para o amadurecimento biológico, psíquico e cognitivo. Seremos adultos a maior parte da nossa vida. A adolescência termina entre os 18 e os 19 anos. Quando os pais são ausentes ou não cumpriram suas funções, vemos adolescentes imaturos de 30 ou 40 anos. Se os pais pegam no leme do barco, e realizam esse trabalho com amor, ao fim da adolescência, seus filhos serão pessoas com ferramentas para caminhar pela vida. Terão muito por aprender ainda, mas terão boas bases e um bom sistema imunológico contra os principais perigos sociais. Os limites do controle vão mudando com a idade dos filhos e vão se flexibilizando até desaparecer por completo. Para saber quando e como modificá-los, há que estar presente.

Ao propor que os pais busquem interagir com outros pais para a realização de programas em comum e conversas que afinem experiências e atitudes, o senhor está sugerindo que educar é, de alguma forma, uma obra coletiva?
Educar é uma missão intransferível de quem, biologicamente ou por adoção, criou um vínculo de maternidade e paternidade. A responsabilidade é sempre individual. Conversar com outros pais e empreender projetos comuns, ajuda a afirmar a tarefa e permite a troca de experiências úteis.

Nas grandes cidades, em que muitos pais sequer comparecem às reuniões na escola, não é uma utopia propor essa interação entre os pais?
Sem utopias, não se avança. E se cruzarmos os braços, perdemos a batalha. Muitos casais responsáveis e amorosos se sentem sozinhos, não concordam com o que vêem outros pais fazendo e seguem adiante com suas convicções. Por isso, há que falar e propôr interação, dizer a eles “vocês estão num bom caminho”, compartilhem isso. Quando esses pais começarem a falar descobrirão que muita gente pensa assim também, mas estava em silêncio.

É o caso de uma família evitar certos círculos de pessoas e lugares, e até cidades, se achar que a vida do filho está indo pelo caminho errado?
Não se pode ter medo de tomar decisões, dizer não, proibir certas relações perigosas. Os filhos vão protestar, tentarão transgredir. Isso não é um problema, é parte do processo. Os filhos sempre buscarão transgredir para crescer. O problema é quando os pais viram o rosto, olham para o outro lado, não estabelecem limites ou têm medo dos filhos. Ser pai com amor e presença não significa converter-se em uma pessoa simpática, em um animador de televisão. Às vezes, há que se tomar medidas duras.

O senhor diz que muitos pais usam a suposta importância da qualidade do tempo ao lado do filho para justificar a ausência. O que é qualidade de tempo com o filho, na sua opinião?
Não há qualidade sem quantidade. Em qualquer tarefa para alcançar qualidade é preciso tempo, compromisso, dedicação. O famoso “tempo de qualidade” de que falam muitos pais – e que inclusive tem o apoio de pediatras e psicólogos infantis – é uma desculpa para que os pais não se sintam culpados. Os pais são adultos e um adulto sabe que na vida não se pode tudo. Há que optar. Para dedicar tempo aos filhos, é preciso deixar outras coisas de lado. O “tempo de qualidade” são cinco minutos nos quais os pais culpados dão tudo aos filhos para evitar o conflito. Isso faz muito mal aos filhos. Se não há tempo, não há qualidade. E se não há tempo para os filhos, é preciso pensar antes de se tornar pais. Depois é tarde.

Mas muitos pais não escolhem seus horários, o tempo que perdem no trânsito e, por falta de opção, ficam menos com os filhos do que gostariam. O senhor não acha que os filhos aprendem a diferenciar os pais que nunca estão porque não querem dos pais que não estão porque não podem?
A responsabilidade de ser pais nos obriga a fazer escolhas. É verdade que os pais são demandados por muitas atividades. Mas eu pergunto “são todas obrigatórias?”. Muitas vezes, trabalha-se demais para pagar o que não é necessário. Ser pai e mãe é uma oportunidade para aprender a diferenciar os desejos das necessidades. É uma oportunidade para aprender a diferenciar o que a publicidade vende do que realmente precisamos. Tudo que requer nosso tempo é imprescindível? Podemos trabalhar menos enquanto criamos os filhos pequenos? É possível dividir melhor o tempo entre pais e mães? Por que tem que ser sempre a mãe a que duplica suas tarefas? Por que podemos dizer “não” ao tempo que nossos filhos exigem de nós em vez de dizer “não” aos outros? Se os pais têm sempre tempo para suas obrigações e nunca para seus filhos, os filhos aprendem que essas outras coisas (trabalho, reuniões, encontros sociais, esportes etc) são mais importantes do que eles porque nunca podem ser adiados. Não é obrigação dos filhos compreender os pais (ainda mais quando são pequenos). É obrigação dos pais atender às necessidades dos filhos.Por isso é preciso pensar antes de ser tornar pai e mãe.

O senhor critica também a estratégia de entreter as crianças com DVDs em viagens para elas ficarem quietas. Vemos esse comportamento da não-interação se estendendo à mesa de restaurantes, festas. Onde está o erro dessa atitude?
Ser pai e mãe é um trabalho. Não se pode delegar esse trabalho às novas tecnologias. Essas tecnologias muitas vezes nos conectam mas nos tornam incomunicáveis. Isso se vê especialmente nas famílias, onde todos têm celulares e computadores, mas não mantêm diálogos nem proximidade.

O senhor diz que escola não educa, ensina. O que não se deve esperar da escola?
Educar é transmitir valores por atitudes, vivendo os valores que pregamos. Educar é ensinar que as pessoas são o fim, e não o meio, algo que se passa por vínculos. Educar é transmitir a certeza de que cada vida tem um sentido e há que viver a busca desse sentido. Isso é educar, é o que fazem os pais com presença, ações e condutas. A escola é a grande socializadora que ensina a viver a diversidade e a respeitá-la, que treina habilidades para viver e atuar no mundo, que dá informação vital sobre esse mundo e que é uma ponte para ele. A escola e os pais são sócios, não podem se separar, nem se enfrentar. Tem que atuar de um modo cooperativo. Os filhos são alunos da escola, não clientes. A escola não é um parque de diversões, nem creche, nem shopping. A escola não pode fazer a vez do pai e da mãe. Os pais não podem pedir à escola que ocupe o lugar que eles deixam vago. Pais que não respeitam as escolas ensinam seus filhos a não respeitar as instituições.
Que mensagem o senhor daria para os pais que, sem perceber, estão deixando os filhos de lado acreditando estarem fazendo a coisa certa?
Eu os recordaria que ser pai e mãe foi uma escolha. Em pleno século 21, quem não quer ter filhos não tem, de modo que não há desculpas. Quem tem filhos tem responsabilidades sobre uma vida. Essa vida precisa de respostas. E diria que só há uma maneira de aprender a ser pai e mãe: convivendo com os filhos, estando presentes em suas vidas, errar, pedir desculpas, reparar o erro e seguir adiante, sempre com responsabilidade e presença.

Em seu livro, o senhor deixa claro que educar é um processo contínuo que exige envolvimento e dá trabalho, mas é fato que muita gente opta por soluções fáceis. Que soluções fáceis devem ser postas de lado?
Filhos não vêm com manual de instruções. Cada filho é uma pessoa única. Por isso não há soluções fáceis nem receitas. Nossos filhos nos ensinam a ser pais. Querer que um pediatra, um professor, um psicólogo, a televisão, a internet, uma babá, os avós ou a escola se encarregue dos filhos é buscar uma solução fácil. Pais que procuram esse tipo de solução provam que o problema são eles, e não os filhos. Os filhos nunca são o problema. O grande e maior problema (vício em drogas, alcoolismo, violência juvenil, acidentes de carro, comportamento de risco, doenças novas como obesidade infantil ou déficit de atenção, entre outros) não está nos filhos, nas crianças ou nos adolescentes. Estão nos pais.

É possível impor limites sem ser chato?
Aquele que impõe limites não recebe sorrisos nem aplausos, mas assume responsabilidades e logo colherá frutos.

O senhor afirma que o amor é uma construção. O senhor acredita em amor incondicional?
Como bem dizia Alice Miller, uma extraordinária psicóloga suíça que morreu no ano passado, aos 83 anos, e era uma grande defensora dos filhos, o único amor incondicional que existe é dos filhos para os pais. As crianças precisam muito mais dos pais: para crescer, ser guiadas, ter proteção, ser alimentadas, receber valores e, sobretudo, ser amadas. Os filhos não precisam provar seu amor aos pais, mas se os pais amam seus filhos devem dar a eles provas desse amor, acompanhando seu crescimento, transmitindo-lhes valores, colocando limites, frustrando quando necessário, oferecendo um modelo de vida que faça sentido. Sem isso, o amor será apenas palavras.

FONTE: http://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher7por7/2012/08/02/para-dedicar-tempo-aos-filhos-e-preciso-deixar-outras-coisas-de-lado/

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Para quem tem fé.

Oração de São Jorge
(23 abril dia de São Jorge)

"...eu andarei vestido e armado com vossas armas para que meus inimigos, tendo pés, não me alcancem; tendo mãos, não me peguem; tendo olhos, não me vejam, e nem pensamentos possam me fazer mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, flechas e lanças se quebrarão sem a meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar.
Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estendei vosso escudo e vossas poderosas armas, defendendo-me com vossa força e grandeza.
Ajudai-me a superar todo desânimo e a alcançar as graças que me são destinadas. Dai-me coragem e esperança, fortalecei minha fé e auxiliai-me nas necessidades.
Amém."

domingo, 1 de março de 2015

Para quem ama o Rio de Janeiro.


Sou mineira com alma carioca, portanto, minha alma carioca reside num corpo mineiro... então, SOU MINEIROCA, uai!
Taí, goxtei... rss

Feliz aniversário meu Rio querido!
Salve São Sebastião do Rio de Janeiro!

Denise Puppin
Fonoaudióloga, Educadora e Professora em Comunicação e Oratória, Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos e Coach em Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições. 
Dirige o Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória, desde 1991.

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Para quem gosta de discursos.


O segredo dos discursos lidos, sejam com apoio do papel ou teleprompter, é a expressividade oral, a expressão facial e o olhar. É certo que a naturalidade é o patamar mais alto da arte de falar em público, motivo pelo qual os constantes e orientados treinos são sugeridos.

Nesse momento, nossa presidente Dilma, está fazendo o seu discurso de posse e demonstra ter treinado bastante para essa ocasião, pois melhorou seu desempenho comparado aos seus pronunciamentos anteriores, todavia ainda não dominou as técnicas.

Sua expressão facial mantém o mesmo padrão, exceto pela elevação das sobrancelhas. A ativação de um determinado músculo facial faria uma enorme diferença em sua expressividade - os meus alunos, não somente sabem o nome desse músculo, como se esforçam para ativá-lo, pois reconhecem o quanto ele faz diferença na comunicação e, principalmente na simpatia.

A presidente Dilma trocou seu modo autoritário de falar (pelo menos temporariamente), pela assertividade, ao enfatizar moderadamente as sílabas e palavras chaves em seu discurso.

A velocidade está adequada, porém, uma atenção maior as pausas de ponto final fariam uma grande e positiva diferença na sua leitura. As pausas mais longas, após as palmas dos ouvintes, foram bem administradas.

A presidente demonstra mais afinidade com o teleprompter, no entanto ainda não domina o seu uso. Pequenos ajustes no posicionamento das telas iriam fazer diferença positiva na percepção dos espectadores e, a ajudaria na naturalidade e elegância da leitura.

O movimento oscilatório habitual na expressão corporal da Dilma estava diminuído. Eu não acredito que ela tenha se conscientizado dele. Acredito sim, que a habitual agitação tenha sido inibida pelo início do seu domínio no uso do teleprompter, depois, pela responsabilidade do momento, seguida da motivação pelo desejo em fazer bonito diante dos convidados ilustres alí presentes.

O uso dos gestos ajudaria muitíssimo sua exposição. Além de trazer beleza a sua forma, seria um ponto visual demonstrativo da sua presença e veracidade das suas palavras.

Quanto a comunicação visual, a estilista da presidente escolheu para ela um belíssimo conjunto saia-e-blusa de renda fina na cor nude, combinando na mesma cor, meia e sapatos escarpins de salto baixo. Certamente os sapatos eram bastante confortáveis, pois a presidente além de ter caminhado bastante, ficou longo tempo em pé. Para completar o look, escolheu como acessórios os tradicionais brincos de pérola, só que desta vez em forma de pingente e não os grudadinhos na orelha, o que favoreceu sua aparência, compondo bem com o corte de cabelo, que estava um pouco mais claro nas pontas. No braço esquerdo, manteve um pequeno e clássico relógio dourado (que marca será? Fiquei curiooosa!!) e uma também fina pulseira.

Sabe de uma coisa? Estou torcendo para que o governo da presidente Dilma dê certo. Ela merece o meu crédito. Deixo aqui registrado meus votos de sucesso a ela e também de felicidade ao povo brasileiro.

A você, caro leitor, deixo o meu cordial abraço. Se por ventura, você tiver gostado desse texto peço-lhe que CURTA e compartilhe a página do Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória (Facebook). Pode ser que alguém da sua rede de amizades, precise desenvolver ou treinar um discurso. E eu, vou ficar contente em poder contribuir.

Atenciosamente.

DENISE PUPPIN
Fonoaudióloga, Educadora e Professora em Comunicação e Oratória, Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos e Coach em Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições.

Dirige o Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória, desde 1991.

 

*=* Esse texto pode ser reproduzido desde que seja creditada a autoria e fonte de onde o mesmo foi extraído - Lei 9610/98 (proteção dos direitos intelectuais) *=*

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Para quem professa a fé cristã.

Viva Nossa Senhora de Guadalupe, a padroeira da América Latina!!!!

Hoje é o dia daquela que tem muitos nomes, a humana mãe do filho de Deus... e também de todos nós, cristãos católicos.

'Amantíssima Maria, depois que descobri sua amizade para comigo, me sinto segura, confiante e muito mais próxima de seu Filho, o Deus encarnado, o Alfa, o Ômega, o Princípio, o Meio e o Fim. O Misericordioso, o Salvador, o meu amado e vivo Mestre Jesus.

Querida Mãe, mantenha a mim, minha família, as pessoas que me querem bem (e também aquelas que não me querem, pois são essas que necessitam conhecer o vosso amor), sempre no vosso amoroso colo, segurando-nos firme como fizestes com vosso filho Jesus.

Ajude-me, ó querida Mãe, a manter meu coração generoso e complacente como o vosso, principalmente naqueles momentos em sou atingida pelas flechas maliciosas da traição, da inveja, da infâmia e da calúnia. São esses os momentos que mais preciso de Ti.

É grande a tristeza que me invade a alma pela dor da traição, mas pequena, quando penso na vossa história. E é exatamente ela que me restabelece. Com os olhos focados na vossa imagem carregando o menino Jesus, lentamente vou me levantando, enfraquecida pela queda, mas forte por tê-la como inspiração e modelo de vida. A vós e a Sagrada Família toda honra e toda a glória!

Parabéns pelo seu dia amiga Maria, Nossa Senhora de Guadalupe. E muito obrigada pela sua companhia.
Sua filha,

Denise Puppin'
Fonoaudióloga, Educadora e Professora em Comunicação e Oratória, Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos e Coach em Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições. Dirige o  Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória, desde 1991

Esse texto pode ser reproduzido desde que seja creditada a autoria e fonte de onde o mesmo foi extraído -  Lei 9610/98 (proteção dos direitos intelectuais) -      
escoladeoratoria@uol.com.br

domingo, 30 de novembro de 2014

Para quem gosta de meditar e transformar-se.

'Advento' significa 'chegada', 'vinda'. Para os que professam a fé cristã, o 'Tempo do Advento' inicia hoje. A fase é propensa para vigilância, mas não aquela baseada no medo, e sim uma vigilância ativa.

O desafio para o cristão leigo é manter-se no estado de atenção meditativa, zelando o seu interior e também o exterior.  As orações e a contemplação são o caminho.

A alma, o espírito e os sentidos precisam estar estreitados e prontos para enxergar com os olhos internos e externos, aquilo que há de vir. Com esperança, alegria e muito amor.

O
Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória deseja que você aproveite esse período, como uma mãe que espera a chegada do seu amado filho.

Att.
Denise Puppin

Fonoaudióloga, Educadora e Professora em Comunicação e Oratória, Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos e Coach em Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições. Dirige o Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória, desde 1991

domingo, 23 de novembro de 2014

Para quem se interessa sobre TDAH.

Caro leitor,
deparei-me com essa matéria, no site do 'Portugal Mundial' e por considerá-la de altíssima relevância, trago-a para você ler.

O assunto é seríssimo, portanto, leia-o com atenção. Comente sobre o conteúdo com seus familiares, amigos e conhecidos.

Deixe um recadinho abaixo comentando suas considerações.  

Att.
Denise Puppin
 
Fonoaudióloga, Educadora e Professora em Comunicação e Oratória, Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos e Coach em Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições. Dirige o Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória


“O TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia.” Essas foram as palavras de Leon Eisenberg, o “pai científico do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade)”, em sua última entrevista antes de falecer.

Leon Eisenberg teve uma vida luxuosa com sua “doença fictícia”, graças às vendas de medicamentos. Coincidentemente, ele recebeu o “Prêmio Ruane por Pesquisas Psiquiátricas com Crianças e Adolescentes” (Ruane Prize for Child and Adolescent Psychiatry Research). Ele foi um líder na psiquiatria infantil por mais de 40 anos com seu trabalho em experimentos, pesquisas, aulas e políticas sociais na área da farmacologia, e por suas teorias sobre autismo e medicina social, segundo o jornal Psychiatric News.

Pois é, até admitiram que são TEORIAS. A indústria médica está utilizando o pretexto de ajudar crianças para despersonalizar nossos filhos e desconectá-los de uma criação saudável e normal. Pais estão expondo seus filhos a essas drogas e sujeitando-os ao que o mundo tem a oferecer, quando na verdade tudo o que essas crianças buscam é seus pais, na esperança de ser a bênção que Deus quer que elas sejam.

Nos Estados Unidos, um em cada 10 meninos na faixa de 10 anos toma medicação para TDAH diariamente… e a tendência é de aumento. E com a ajuda das pesquisas do programa Teen Screen nas escolas públicas, estão tentando preparar o estudante para o fracasso.

A psicóloga americana Lisa Cosgrove e outros profissionais revelam os fatos em seu estudo Financial Ties between DSM-IV Panel Members and the Pharmaceutical Industry (Ligações Financeiras entre os Grupos de Trabalho do DSM-IV e a Indústria Farmacêutica) [DSM-IV é a 4º revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria]. Eles descobriram que “dos 170 membros do comitê, 95 (56%) tinham uma ou mais ligações financeiras com empresas da indústria farmacêutica. 100% dos membros dos grupos de trabalho para ‘transtornos de humor’ e ‘esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos’ tinham ligações financeiras com empresas farmacêuticas.”

E eles estão colhendo enormes benefícios dessa “doença fictícia”. Por exemplo, o editor-assistente da Unidade de Psicofarmacologia Pediátrica do Hospital Geral de Massachusetts e professor-associado de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Harvard recebeu “um milhão de dólares em rendimentos de empresas farmacêuticas entre 2000 e 2007”.

Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, que há algum tempo pesquisam sobre publicidade farmacêutica, realizaram um estudo que mostra que a indústria farmacêutica americana gastou 24,4% das vendas em dólar em publicidade, contra 13,4% em pesquisa e desenvolvimento no ano de 2004. Isso é quase duas vezes mais dinheiro para empurrar suas drogas nas pessoas que para pesquisar e garantir que são seguras!

Isso levanta a seguinte questão: Será que essas drogas são seguras?

Veja você mesmo os alertas contidos nos remédios de tarja preta, e irá se impressionar com os efeitos colaterais listados na bula:

* Confusão
* Despersonalização
* Hostilidade
* Alucinações
* Reações maníacas
* Pensamentos suicidas
* Perda de consciência
* Delírios
* Sensação de embriaguez
* Abuso de álcool
* Pensamentos homicidas


Por que algum pai iria submeter seus filhos a drogas com efeitos colaterais tão perigosos?

O Dr. Edward C. Hamlyn, membro fundador do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha, afirmou em 1998 que “o TDAH é uma fraude cuja intenção é justificar a iniciação das crianças a uma vida de vício em drogas”.

Desde 1968, cerca de 40 anos, a 'doença' de Leon Eisenberg, tem assombrado manuais de diagnóstico e estatística, primeiro com a 'reação hipercinética da infância', agora chamado de 'ADHD'. 

O uso de medicamentos TDAH aumentou em apenas 18 anos, de 34 Kg (em 1993) para um registro de nada menos do que 1760 Kg (em 2011) - o que representa um aumento gigantesco nas vendas. Nos EUA, contabilizou-se um aumento no consumo da Ritalina em 700% em apenas 1 ano.... com uma tendência crescente.
 

FONTE:
http://portugalmundial.com/2014/01/pai-do-transtorno-de-deficit-de-atencao-declara-se-mentiroso/


sábado, 8 de novembro de 2014

Para quem gosta de Cecíla Meireles.


Sabe o que eu fiz durante toda a tarde e o inicio da noite de hoje?

Construí um ROTEIRO de APRESENTAÇÃO com uma aluna, que é especialista na obra de CECÍLIA MEIRELES.
 
Essa minha aluna, participará de uma MESA REDONDA COMEMORATIVA dos 113 anos de nascimento e 50 da morte dessa maravilhosa mulher, que é uma das mais potentes vozes da poesia brasileira.

Embora tenha sido um trabalho árduo, foi maravilhoso e muito prazeroso, pois aprendi bastante sobre Cecília Meireles. Estou apaixonada.

Vou dizer-lhes algumas curiosidades: você sabia que Cecília Meireles era carioca? Pois é, ela nasceu no bairro do Estácio. Era uma pessoa muitíssimo supersticiosa, a ponto de tirar uma das letras 'L' do seu sobrenome. Quando a questionavam pelo fato, dizia que era pelo “valor cabalístico das letras”. Ela possuía inteligência singular, uma voz poética pura e brilhante, razão de ciúme e admiração por onde passava.

Então... deixando a Cecília um pouco de lado e falando agora sobre o meu trabalho, gostaria de enfatizar a importância da construção de um bom roteiro para a segurança do PALESTRANTE na sua EXPOSIÇÃO. Embora seja um processo demorado, vale muito a pena investir.

Olha... quando você precisar de DESENVOLVER um, ou mesmo TREINAR sua APRESENTAÇÃO, para ganhar força e segurança na sua exposição, vem aqui no Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória... vou ficar feliz em poder colaborar com você.

Att.
Denise Puppin

(*-*) Fonoaudióloga, Educadora e Professora em Comunicação e Oratória, Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos e Coach em Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições. Dirige o Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória, desde 1991 (*-*)

domingo, 2 de novembro de 2014

Para quem quer saber sobre puberdade.


Chama-se de PUBERDADE a fase vivida pelo ser humano entre a infância e a idade adulta, ou seja, na adolescência.

Nesse período ocorrem grandes mudanças físicas e biológicas nos meninos e nas meninas, incluindo alterações de humor.

O estirão do crescimento nos meninos é mais tardio do que nas meninas, porém mais intenso. Inicia-se pelas extremidades, pés e mãos, depois braços e pernas e finalmente o tronco, motivo pelo qual, visualmente, os adolescentes parecerem 'desengonçados'.

Por não perceberem exatamente as proporções do seu próprio corpo, esbarram constantemente nas pessoas e em objetos, consolidando o rótulo de 'desastrados'.

Nesta fase é comum os adolescentes reclamarem de dores nas articulações, consideradas pelos médicos, dores de crescimento. Seria muito bom que eles dessem uma atenção especial à coluna vertebral, pois a timidez pode conduzi-los aos hábitos das más posturas. Na tentativa de evitar o destaque, se encurvam, mantendo a cabeça baixa e os ombros fechados, em nítida postura de encolhimento.

A puberdade é também a fase da ‘muda vocal’, período em que a voz desafina e oscila em tom grave. Isso ocorre em virtude do crescimento da laringe, o órgão fonador. Embora passageiro, os momentos são alvos de ‘zoação’ por parte dos colegas e risos dos familiares.

Recentemente vi essa animação e venho mostrá-la à vc, pois além de bem feita, é engraçada e criativa, retratando bem a puberdade masculina.

Espero que gostem. Deixo-lhes o meu abraço e também o convite para curtirem a pagina do Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória,no Facebook.

DENISE PUPPIN
Fonoaudióloga, Educadora e Professora de Oratória, Trainer Coach de Apresentações, Discursos, Treinamentos e Coach em Gestão Emocional e Estratégica nas Exibições. Dirige o Atelier de Voz e Fala - Escola de Oratória, desde 1991.


Esse texto pode ser reproduzido desde que seja creditada a autoria e fonte de onde o mesmo foi extraído -  Lei 9610/98 (proteção dos direitos intelectuais) -      
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